Dia mundial dos animais: como está o SAC das empresas de pet?

Hoje, 04 de outubro, é o Dia Mundial dos Animais e para celebrar, preparamos um artigo especial.

Um dos setores com maior crescimento econômico nos últimos anos é o de produtos para animais de estimação. Seja remédios, caminhas, brinquedos ou até mesmo rações e petiscos dos mais variados tipos. Mas, como será que anda a qualidade e os processos de SAC das empresas desse segmento? É exatamente sobre isso que vamos falar neste Dia Mundial dos Animais.

Afinal, por mais que os produtos sejam destinados para pets, quem entra em contato com a empresa quando surge algum problema são seus tutores. Que, aliás, estão cada vez mais preocupados com o bem-estar dos seus animais e a qualidade dos produtos que eles consomem. Então, vamos começar? 

Dia Mundial dos Animais: Qual o papel dos pets em nossa sociedade?

Companheiros de esportes, guias para pessoas com deficiência, amigos para quem sempre morou sozinho ou para quem já teve a casa cheia e agora mora só: os pets são parte de nossas vidas – e que bom, porque ela fica bem melhor com eles.

Além disso, muitos animais estão sendo usados como auxiliares e companheiros em terapias. Por exemplo, existem tratamentos específicos para o espectro autista, onde os cavalos fazem parte de suas atividades. 

Sendo assim, não dá para negar a importância dos animais em nossa vida e sociedade. E só quem tem um animalzinho de estimação sabe o amor e os cuidados necessários para uma relação de longo prazo.

Por isso, nós de boomee conversamos com tutores de pets e marcas de produtos para animais de estimação para saber suas histórias e como está o atendimento das marcas amigas dos animais.

O que os tutores têm para dizer sobre o SAC das empresas do ramo pet?

1) Paixão por animais 

Dez animais de estimação. Isso mesmo, uma dezena. Foi a resposta da médica Elaine Silva Oliveira, que mora no Rio de Janeiro, quando questionada sobre quantos animais ela tem em casa. São cinco cães (Rita de Cássia, Vick, Duque, Cristal e Thifany), dois peixes (Tubarão e Peixoto), uma calopsita macho (Kikiki), um jaboti (Baby) e um grande-alexandre (Bart). Todos com histórias de superação e amor.

Aliás, um fato curioso é que o grande-alexandre Bart é apaixonado pela chihuahua Thifany, além de ser um verdadeiro meliante:

Com essa família de pets, Elaine busca por produtos de qualidade na hora de comprar e por um atendimento de qualidade das marcas:

“Procuro opções de ração mais naturais e com menos aditivos químicos”

Certa vez, ela comprou uma ração da Premier para seus cães pequenos, mas sem querer a loja colocou em seu carro uma ração para cachorros grandes:

“Eles não iam conseguir comer o grão maior. Relatei o problema, pois, sem perceber que não era a ração adequada, abri o pacote. A empresa me orientou a ir até a loja e trocar pela ração certa. Pediram apenas a numeração do código de barras”

Na hora de fazer uma reclamação ou procurar o serviço, Elaine preza pela humanização dos atendimentos, algo que, segundo ela, as marcas podem melhorar. Para ela, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC)  ideal é aquele que pode “orientar sobre como agir em certas situações, que tenha mais conhecimento dos hábitos dos animais”, e explica:

“Uma vez fui pedir orientações sobre um creme dental para cães e a pessoa que me atendeu foi ler a caixa, coisa que eu já tinha feito, lógico”.

2) Onde come um, comem sete

Outra apaixonada por animais é a química industrial Patrícia Diosti, que mora em Maringá, no Paraná. Ela tem sete cães (Lucca, Zecca, Doralice, Filomena, Mirna, Bento e Benta) e um gato (Minzi). Na hora de escolher os produtos para os pets, ela preza pela qualidade versus custo-benefício, mas não deixa de lado o bem-estar dos bichinhos.

Em sentido horário: Doralice, Lucca e Zecca, Benta e Bento. Que os outros pets não sintam ciúme por não aparecerem na foto
Em sentido horário: Doralice, Lucca e Zecca, Benta e Bento. Que os outros pets não sintam ciúme por não aparecerem na foto

Patrícia conta ainda que, sempre que precisou fazer contato com o SAC de alguma empresa, foi bem atendida:

“Nas várias situações que tive, sempre houve uma preocupação dos fornecedores com a segurança e o bem-estar do animal, e isso me deixava muito segura e confortável. Acredito que esse suporte e atenção ao tutor é fundamental”

3) Quem é da família merece um excelente tratamento

A jornalista e empresária Sulamita Mendes mora em Curitiba e é dona de duas gatas, a Canela, de 9 anos, e a Ameixa, de 2 anos.

Canela e Ameixa: companheiras para todos os momentos
Canela e Ameixa: companheiras para todos os momentos

Ela também é criteriosa na compra de produtos para seus pets:

“Avalio a marca – caso esteja envolvida com algum teste cruel, já é descartada – e as referências de outros consumidores.”

E aqui vale reforçar que quem é da família merece um excelente tratamento, não é mesmo? Certa vez, as gatinhas rejeitaram totalmente uma marca de ração e Sulamita precisou entrar em contato com a empresa, onde encontrou mais gentileza por parte do SAC:

“Não é um atendimento automatizado, é mais atencioso, mais ‘humanizado’, sim. Quando me passam para um atendimento pelo WhatsApp, também tem sido mais ‘humanizado’, com emojis e gentileza no que escrevem e respondem”

E tem mais, na opinião da jornalista, o SAC ideal é aquele que entende que não é apenas uma relação de propriedade:

“É primordial que todo atendente seja treinado e que entenda que o relacionamento do humano com seu animalzinho não é mais de dono, de propriedade. Ele é um cuidador e, em muitos casos, considera seu pet um familiar”

A importância do SAC humanizado

Por fim, vale reforçar que todas essas experiências só demonstram o quanto é importante para os tutores terem um atendimento humanizado e bem preparado. As empresas que trabalham com produtos pet precisam compreender as preocupações, dúvidas e recomendações quanto aos seus produtos. 

A boa notícia é que isso já está sendo aplicado em várias empresas como, por exemplo, a Cani Amici Nutrição Animal, empresa de petiscos artesanais e naturais para cães. Segundo Priscila Refatti Locatelli, zootecnista e CEO da empresa: 

“Os tutores falam os nomes, mas fazem questão de chamá-los de ‘filhos’, e então entendemos cada vez mais a importância do animal de estimação nas famílias. Por isso, nosso atendimento é sempre humanizado, pois nos preocupamos com a saúde, a qualidade de vida e o bem-estar do animal, principalmente quando o assunto é alimentação”.

E aí, gostou desse conteúdo especial do Dia Mundial dos Animais? Então deixe o seu comentário ou conte a sua história aqui nos depoimentos!

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