Muito tem se falado sobre o empoderamento feminino. O tema está na TV, nas redes sociais, na conversa da família na sala de jantar. E os primeiros resultados desse debate já podem ser observados na nossa economia: quando analisamos negócios em fase inicial, as mulheres somam 51% dos empresários do país (dados da Global Entrepreneurship Monitor (GEM)).

Ir à luta

Segundo o Sebrae SP, as mulheres enfrentam mais dificuldades na hora de abrir uma empresa. Camila Ribeiro, analista de negócios do Sebrae, em entrevista para o portal Exame, analisou o cenário e apontou que dificuldades no financiamento e menor credibilidade ainda são desafios a serem vencidos.

Outro fator importante é o fortalecimento da autoestima da mulher que empreende. Muitas vezes, o mundo dos negócios é associado a uma cultura masculina. Ainda assim, as mulheres brasileiras detêm 40% dos negócios do país.

Elas sempre estiveram ali

Apesar do debate ser contemporâneo, a presença de mulheres nos negócios é antiga e cultural. Nos comércios de bairro, em que muitas vezes a gestão é realizada em família, a mulher tem tradicionalmente voz ativa e muitas vezes é responsável pelo atendimento ao público, uma etapa essencial para a fidelização da clientela.

Impulsionar negócios com tecnologia

Nas redes sociais, as mulheres são maioria. No Facebook, por exemplo, 58% dos usuários são do sexo feminino. Ou seja, se as mulheres têm mais afinidade com redes sociais e tecnologia, podem utilizar o interesse para potencializar o seu negócio.

Comunique seu público

Uma estratégia é utilizar as redes sociais e aplicativos de nicho (para conhecer boomee, clique aqui), para chegar até o público. Anunciar promoções é uma forma barata e acessível de fortalecer o vínculo com quem compra.

Momento importante

Se as conversas sobre empoderamento estão gerando bons frutos no empreendedorismo feminino, temos uma previsão de mudança de cenário nos próximos anos. Se hoje, as mulheres são a maioria das empreendedoras de novos negócios, no futuro, essas mesmas mulheres podem ser líderes de modelos consolidados. É um momento importante, de mais equilíbrio no mundo dos negócios e mais poder às mulheres do Brasil.



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